Pâmella Lima Rocha
Alimentação Hospitalar
“A composição química do alimento não é suficiente para produzir no homem vontade de se
alimentar. É necessário tornar os alimentos atraentes”. (Savarin, 1999)
Há tempos, a comida de hospital era vista com maus olhos, ruim, insossa e somente para fins terapêuticos. Isso se deve ao fato de que paciente hospitalizado estava em uma situação frágil. Atualmente surge um novo conceito sobre a comida hospitalar, onde a preocupação na promoção, manutenção e recuperação da saúde associa-se com os sabores e apresentação de pratos a serem preparados.
Essa nova visão refere-se à Gastronomia Hospitalar, que reflete a tendência em despertar nos pacientes, sensações, lembranças, conforto (Comfort Food) e prazer com a alimentação, através do sabor, das técnicas de preparo e da apresentação dos pratos. A finalidade disso é a elaboração de uma comida saudável com apresentação atraente, que estimule a alimentação e desperte no paciente o desejo de consumi-la.
É um grande desafio preparar refeições para pacientes com diferentes patologias e restrições, porém com as técnicas adequadas é possível oferecer refeições saborosas e balanceadas, pois Nutrição e Gastronomia são ciências que se completam, provando que uma alimentação saudável é sinônimo de alimentação saborosa, prazerosa e preventiva.
Esse novo conceito gastronômico já se encontra disponível no HNSF.